Avante INMA!

capa

O Instituto Nacional da Mata Atlântica – INMA, sediado em Santa Teresa, tem passado por problemas administrativos e orçamentários. Por conta dos problemas enfrentados, a visitação do público ao Espaço do Museu Mello Leitão, chegou a ser interrompida por uma semana durante este mês e voltou a reabrir as portas neste último final de semana.

A instituição foi criada em 1949 pelo patrono da Ecologia no Brasil, o capixaba Augusto Ruschi, sob o nome de Museu de Biologia Professor Mello Leitão.Para buscar autonomia, fortalecimento e manutenção da identidade do instituto, na última semana, cientistas, pesquisadores, educadores, ambientalistas, estudantes e representantes da sociedade civil criaram o Movimento em defesa do Instituto Nacional da Mata Atlântica (MoveINMA). Em um evento na Universidade Federal do Espírito Santo, os representantes do movimento assinaram um manifesto em apoio ao instituto.

Fonte: Gazeta OnLine

Veja o Manifesto do MoveINMA na íntegra

SOBRE O ABANDONO DO INMA

INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

capa

O Museu Mello Leitão foi incorporado ao Governo Federal em 1984, ficando vinculado ao Ministério da Cultura – MinC. Entretanto, entendendo que não havia interesse do MinC, pelas atividades do Museu, uma vez que nenhum de seus quadros perdidos por transferência ou aposentadoria foram repostos e que por esta razão, não poderia desenvolver toda as suas potencialidades no âmbito deste Ministério, houve um amplo movimento de cientistas, conservacionistas e ambientalistas visando à transferência da Instituição para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI, onde se fortaleceria como instituto de pesquisas.

Em 2010, foi enviado ao Congresso Nacional um projeto de lei que, dentre outras medidas, transferia o Museu Mello Leitão para o MCTI, transformando-o em Instituto Nacional da Mata Atlântica. O PL foi aprovado por unanimidade em todas as Comissões por que passou na Câmara do Deputados e no Senado, sendo pela Presidência da República em fevereiro de 2014 (Lei 12.954, de 05 de fevereiro de 2014). Desde então, o Museu ficou na dependência das providências do Minc e do MCTI. Que deveriam consistir na inclusão do INMA no organograma do MCTI e na abertura de um Edital para escolha do diretor do Instituto.

Apesar de todas as mobilizações favoráveis a imediata regularização do INMA, nada foi feito de concreto, sendo que em maio de 2016 fomos surpreendidos pela PORTARIA DE 11 DE ABRIL DE 2016 do Instituto Brasileiro de Museus (publicada no DOU de 19 abril de 2016), em que foram exonerados os cargos comissionados de diretor, chefia técnica e chefia administrativa, e desde então não há um gestor na instituição. Com isto o INMA ficou sem nenhum gestor indicado. Como reflexo, a firma de limpeza que presta serviços para a instituição foi dispensada e os funcionários dessa firma estão a 2 meses sem receber, tendo sido colocados em aviso prévio que se encerrou em 17/06/2016. Por não termos esse serviço, ficamos impossibilitados de receber o público, visto que limpeza é um serviço essencial.

A conta de energia está com 3 meses de atraso e também estamos correndo o risco de ficarmos sem luz, também não temos mais contrato com o correios, impossibilitando assim a realização de empréstimo/devoluções, serviços essenciais em uma coleção científica.

Os animais estão em uma situação delicada, pois não está garantido o suprimento de alimento. Por precaução, temos pedido doação à população, para que os animais, não venham a sofrer com esta questão. A compra de material de consumo de qualquer espécie está vedada, tendo os funcionários do setor de zoologia se cotizado em algumas situações, para atender as necessidades do setor.

Entendemos que o não cumprimento das responsabilidades financeiras da instituição significa um retrocesso nas políticas de ciência e tecnologia voltadas para o conhecimento e conservação dos biomas brasileiros, além de ir à contramão das demandas de conhecimento técnico/científico qualificado na área de biodiversidade, bem como na tomada de decisões de caráter ambiental.

Certamente o País passa por dificuldades circunstanciais que demandam medidas de economicidade, mas acreditamos que essas medidas não podem mutilar as instituições científicas, especialmente da área de biodiversidade, que serão essenciais na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico, dentro de princípios ambientais sustentáveis.

Assim sendo, a SAMBIO vem mais uma vez, tornar pública esta situação de descaso das autoridades políticas, com as instituições dedicadas a ciência e a conservação ambiental.

Ressaltamos a importância de que as seguintes providências imediatas sejam tomadas para o cumprimento da Lei que criou o Instituto Nacional da Mata Atlântica

  1. Nomeação, imediata, de diretoria interina do Instituto;
  2. Pagamento imediato das dívidas com as empresas terceirizadas;
  3. Regulamentação dos cargos diretivos do INMA no âmbito do MCTI;
  4. Abertura de chamada pública para a seleção de Diretor do INMA conforme normas e procedimentos do MCTI;
  5. Constituição do Conselho Diretor e do Conselho Técnico Científico do INMA;
  6. Elaboração do planejamento estratégico do Instituto.

Cientistas se manifestam pelo INMA

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM! AGRADECEMOS AS 14.000 ASSINATURAS DE APOIO AO INMA. Não vamos parar até que o MCTI publique o Decreto conforme estabelecido na Lei 12.954 de 2014 que criou o Instituto Nacional da Mata Atlântica. PODEMOS CHEGAR A 15.000..
capa


Projeto que extingue o Instituto Nacional da Mata Atlântica será debatido em audiências públicas no Congresso


AUDIÊNCIAS PÚBLICAS SOBRE O FUTURO DO
INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

NA CÂMARA DOS DEPUTADOS – Foi aprovado, nesta quarta-feira (25), pela Comissão de Ciência e Tecnologia, pedido do deputado federal Paulo Foletto para realizar audiência pública para debater o Projeto de Reforma Administrativa que tramita no Ministério de Ciência e Tecnologia e Informação, que prevê a extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica e a sua incorporação. A audiência ainda será agendada pela Comissão.

NO SENADO FEDERAL – O senador Dário Berger, do PMDB de Santa Catarina, que pediu a audiência pública sobre a fusão dos institutos, juntamente com o senador Ricardo Ferraço, do PMDB do Espírito Santo, ressaltou que a medida vai reduzir o recém-criado instituto a uma mera coordenadoria, sem autonomia.

A POSIÇÃO DA SAMBIO: Compreendemos que o momento econômico que atravessa o país não permite a realização imediata do estabelecido na Lei 12.954 de 2014 e desta forma o executivo poderá ir completando o que determina a Lei na medida que a economia vá se recuperando. Mas não aceitamos alteração de uma Lei que foi encaminhada pelo próprio executivo, discutida em ambas as casas do Congresso, onde passou por diversas Comissões, tendo aprovação unânime em todas elas.
Nossas reivindicações imediatas são:
1. Aprovação do Decreto que regulamenta a Lei 12.954 de 2014
2. Publicação do Edital para escolha do Diretor do INMA


SENADO vai debater extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica

Transcrição LOC: A EXTINÇÃO DO INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÃNTICA SERÁ DISCUTIDA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DO SENADO. LOC: DECISÃO DO EXECUTIVO PRETENDE FUNDIR O INSTITUTO A OUTRAS TRÊS INSTITUIÇÕES. DETALHES COM A REPÓRTER IARA FARIAS BORGES:

TÉC.: Com a justificativa de reduzir gastos, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação decidiu fundir o Instituto Nacional da Mata Atlântica a outros três: o Instituto Nacional do Semiárido, o Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal e o Instituto Nacional de Água. Por reivindicação da comunidade científica, em 1949, o cientista Augusto Ruschi fundou o Museu de Biologia Professor Mello Leitão, em Santa Tereza, no Espírito Santo. E, em 2014, a pedido de ambientalistas, o Congresso Nacional aprovou projeto de lei que transforma o museu no Instituto Nacional da Mata Atlântica, com sede no Rio de Janeiro. A proposta também transferiu a instituição do Ministério da Educação para o Ministério de Ciência e Tecnologia. O senador Dário Berger, do PMDB de Santa Catarina, que pediu a audiência pública sobre a fusão dos institutos, juntamente com o senador Ricardo Ferraço, do PMDB do Espírito Santo, ressaltou que a medida vai reduzir o recém-criado instituto a uma mera coordenadoria, sem autonomia. Na avaliação dele, a decisão vai extinguir a identidade e a história da instituição. (BERGER) “Essa nova organização colocaria em risco décadas de um movimento histórico da comunidade científica no país, criada em 1949 para resgatar ecossistemas severamente agredidos. A tragédia de Mariana, que afetou e afetará por muitos anos também o Espírito Santo, só reforça a urgência de o Brasil fortalecer suas instituições ambientais e torná-las ainda mais autônomas e qualificadas”.

(Repórter): Serão convidados para o debate o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera; o diretor do Instituto Nacional da Mata Atlântica, Helio de Queiroz Fernandes; e o biólogo André Ruschi, responsável pela doação do Museu de Biologia Mello Leitão ao Patrimônio Histórico Federal. A data da audiência pública ainda será marcada pela Comissão de Educação.


LogoASCTSAMBIO e ASCT manifestam apoio recíproco em defesa das Unidades do MCTI
A Associação de Amigos do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão – SAMBIO manifestou apoio a Associação Nacional dos Servidores do MCTI – ASCT por sua iniciativa na realização do V Seminário ASCT, tendo como tema a Reforma Administrativa do MCTI.
Veja matéria completa


BANCADA CAPIXABA PEDE REUNIÃO COM MINISTRO PARA DISCUTIR O INMA
bancadaCoordenadora da bancada federal capixaba, a senadora Rose de Freitas convida todos os parlamentares para participarem da audiência com o Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Sr. Celso Pansera, a ser realizada na próxima quarta-feira (16/12), às 16h00, no gabinete do ministro.
A Sr.ª Emília Maria Silva Ribeiro Curi, Secretária Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação também participará da audiência.

Local: Esplanada dos Ministérios, Bloco E, 4º andar.

Pauta: Tratar de assuntos relacionados a Portaria Conjunta nº 937, de 09 de novembro de 2015, que Institui Comissão Especial com a finalidade de acompanhar a transferência do Instituto Nacional da Mata Atlântica – INMA para o Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação.


OFÍCIOS ENVIADOS PELA SAMBIO CONTRA A EXTINÇÃO DO INMA


Enviado ao Ministro do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação
Enviado ao Ministro-Chefe do Casa Civil
Enviado ao Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão
Enviado a Bancada Federal Capixaba


PRONUNCIAMENTOS:


A Associação Nacional dos Servidores do MCTI – ASCT oficia Secretária Executiva sobre Reestruturação do MCTI


Pronunciamento do Senador Ricardo Ferraço no Senado Federal sobre a implantação do INMA criado por Lei.


Entrevista do Ministro onde ele defende um novo Instituto Brasileiro de Biomas, uma invenção nunca debatida em nenhum fórum, para substituir Institutos aprovados por Lei.


NOTÍCIAS NA IMPRENSA:


Bancada capixaba se reúne com ministro para discutir efetivação do Instituto Nacional da Mata Atlântica
Carta Aberta ao Bom Senso
Sociedade civil se mobiliza contra extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica
Sociedade civil se mobiliza contra extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica
Instituto da Mata Atlântica ameaçado de extinção
NUPEM/UFRJ e PPG-CiAC defendem o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), conforme definido na Lei 12.954 de 2014
Cientistas e instituições nacionais divulgam carta aberta contra extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica
Manifesto de vigília pela Ciência, Tecnologia e Inovação
Não à Extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica
Cientistas e instituições nacionais divulgam carta aberta contra extinção do Instituto Nacional da Mata Atlântica

Mais de uma centena de cientistas do Brasil e exterior assinam manifesto em defesa do INMA

MANIFESTO DE CIENTISTAS EM DEFESA DO INMA
INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

Nós, cientistas abaixo assinados, vimos manifestar nosso apoio à manutenção da identidade e autonomia do INMA – INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA, nova denominação do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, fundado por Augusto Ruschi em 1949, no Estado do Espírito Santo.
A Mata Atlântica, que historicamente cobria todo o leste do Brasil, abrangendo 17 estados, foi nos últimos séculos fortemente impactada e fragmentada. Mesmo assim, está entre os sistemas florestais com as maiores biodiversidades do planeta, sendo considerada uma das prioridades em termos de conservação mundial. Além da riqueza de flora, fauna e microrganismos, a Mata Atlântica oferece estratégicos serviços ambientais, como água de qualidade, polinização de culturas, proteção do solo e equilíbrio climático.
Portanto, a criação de um instituto vinculado ao sistema nacional de ciência e tecnologia, com a missão de estudar e conservar a Mata Atlântica, foi um grande avanço brasileiro e vai ao encontro do compromisso com a Convenção sobre a Diversidade Biológica, um dos mais importantes tratados das Nações Unidas na área ambiental, do qual o Brasil é signatário.
O Museu Mello Leitão foi incorporado ao Governo Federal em 1984, ficando vinculado ao Ministério da Cultura – MinC. Entretanto, entendendo que o Museu não poderia desenvolver toda as suas potencialidades no âmbito do MinC, houve um amplo movimento de cientistas, conservacionistas e ambientalistas visando à transferência da Instituição para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI, onde se fortaleceria como instituto de pesquisas.
Em 2010, por iniciativa do MCTI, com anuência do MinC, foi enviado ao Congresso Nacional um projeto de lei que, dentre outras medidas, transferia o Museu Mello Leitão para o MCTI, transformando-o em Instituto Nacional da Mata Atlântica. O PL foi aprovado no final de 2013 e a Lei foi sancionada pela Presidente da República em fevereiro de 2014 (Lei 12.954, de 05 de fevereiro de 2014).
Desde então, temos aguardado a publicação do decreto que regulamenta a Lei, para que o processo de transferência institucional seja finalizado e o INMA possa atuar em sua plenitude. Entretanto, nos surpreendeu a informação de que tramita no MCTI um projeto de reforma administrativa que prevê a extinção do INMA, sua fusão a outros três institutos, com a consequente criação de um novo instituto a ser sediado em outra região geográfica. O instituto criado por Augusto Ruschi, há mais de seis décadas, se tornaria apenas uma coordenação, perdendo sua autonomia e, obviamente, sua eficácia para atuar na pesquisa e conservação da Mata Atlântica.
Entendemos que a extinção do INMA significa um retrocesso nas políticas de ciência e tecnologia voltadas para o conhecimento e conservação dos biomas brasileiros, além de ir na contramão das demandas de conhecimento técnico/científico qualificado na área de biodiversidade, bem como na tomada de decisões de caráter ambiental.
Certamente o País passa por dificuldades circunstanciais que demandam medidas de economicidade, mas acreditamos que essas medidas não podem mutilar as instituições científicas, especialmente da área de biodiversidade, que serão essenciais na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico, dentro de princípios ambientais sustentáveis.
O desastre ambiental que acaba de atingir o rio Doce, ceifando vidas humanas, esterilizando áreas agrícolas e erodindo a biodiversidade, chama a atenção para o drama ecológico que afeta uma das mais importantes bacias hidrográficas do leste do Brasil e grande parte da Mata Atlântica. A tragédia evidencia a necessidade de conhecermos melhor os elementos da natureza e nos impõe um grande desafio para as próximas décadas, que é a recuperação da região desse bioma ameaçado. Para isto, precisamos de instituições bem estruturadas e respeitadas com a missão de pesquisar, difundir o conhecimento e dar suporte às políticas públicas de conservação e restauração da biodiversidade.

Em, 07 de dezembro de 2015
1 Dra. Ana Carolina Loss Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
2 Dra. Ana Carolina Srbek de Araujo Universidade de Vila Velha Vila Velha Espírito Santo Brasil
3 Dra. Ana Cristina Petry Universidade Federal do Rio de Janeiro NUPEM Macaé Rio de Janeiro Brasil
4 Dra. Andressa Gatti Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
5 Dra. Ariane Luna Peixoto Jardim Botânico do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
6 Dra. Carla de Borba Possamai Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
7 Dra. Carla Natacha Marcolino Polaz Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Pirassununga São Paulo Brasil
8 Dra. Carla Simone Pavanelli Universidade Estadual de Maringá Maringá Paraná Brasil
9 Dra. Cecilia Guerra Unidad Ejecutora Lillo – CONCINET Tucumã Tucumã Argentina
10 Dra. Cibele Biondo Universidade Federal do ABC São Bernardo do Campo São Paulo Brasil
11 Dra. Cibele Rodrigues Bonvicino Instituto Nacional de Câncer Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
12 Dra. Danielle de Oliveira Moreira Universidade de Duke – EUA Duham Carolina do Norte EUA
13 Dra. Giulianna Rondineli Carmassi Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Buri São Paulo Brasil
14 Dra. Helen Audrey Pichler Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
15 Dra. Helena de Godoy Bergallo Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
16 Dra. Ilana Fichberg Universidade de São Paulo – USP São Paulo São Paulo Brasil
17 Dra. Karen Barbara Strier University of Wisconsin Wisconsin Madison EUA
18 Dra. Karoline Luisa Sarges Marques Universidade Federal do Pará Belem Pará Brasil
19 Dra. Leonora Pires Costa Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
20 Dra. Lúcia Helena Rapp PyDaniel Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA Manaus Amazonas Brasil
21 Dra. Luciana Paes de Andrade Universidade Anhanguera UNIDERP Campo Grande Mato Grosso do Sul Brasil
22 Dra. Luisa Maria Sarmento Soares Instituto Nacional da Mata Atlântica Santa Teresa Espírito Santo Brasil
23 Dra. Manuela da Silva Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
24 Dra. Marcia Chame Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
25 Dra. Marcela Ferreira Paes Instituto Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
26 Dra. Maria Dolores Casagranda Unidad Ejecutora Lillo – CONCINET Tucumã Tucumã Argentina
27 Dra. Mirian do Amaral Jonis Silva Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
28 Dra. Renata Maria Strozi Alves Meira Universidade Federal de Viçosa Viçosa Minas Gerais Brasil
29 Dra. Rita G. Rocha Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
30 Dra. Roberta Paresque Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
31 Dra. Rosana Mazzoni Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
32 Dra. Rosana Moreira da Rocha Universidade Federal do Paraná Curitiba Paraná Brasil
33 Dra. Rosana Souza Lima Universidade Estadual do Rio de Janeiro São Gonçalo Rio de Janeiro Brasil
34 Dra. Sarah Maria Vargas Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
35 Dra. Sílvia Ramira Lopes Caldara Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
36 Dra. Taissa Rodrigues Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
37 Dra. Tânia Mara Guerra Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
38 Dra. Valeria Fagundes Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
39 Dr. Agnaldo Silva Martins Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
40 Dr. Alberto Akama Museu Paraense Emílio Goeldi Belém – PA Pará Brasil
41 Dr. Alberto Luciano Carmassi Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Buri São Paulo Brasil
42 Dr. Alexandre Clistenes de Alcântara Santos Universdade Estadual de Feira de Santana – UEFS Feira de Santana Bahia Brasil
43 Dr. Arlindo Serpa Filho Instituto Nacional da Mata Atlântica Santa Teresa Espírito Santo Brasil
44 Dr. Arno Fritz das Neves Brandes Universidade Federal Fluminense Niterói Rio de Janeiro Brasil
45 Dr. Claudio Nicoletti de Fraga Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
46 Dr. Daniel de Brito Candido da Silva Universidade Federal de Goiás Goiânia Gioás Brasil
47 Dr. Edson H.L.Pereira Museu de Ciencias e Tecnologia PUCRS Porto Alegre Rio Grande do Sul Brasil
48 Dr. Eduardo Domínguez Instituto de Biodiversidad Neotropical (IBN), CONICET Tucumã Tucumã Argentina
49 Dr. Eric de Camargo Smidt Universidade Federal do Paraná Curitiba Paraná Brasil
50 Dr. Erikcsen Augusto Raimundi Instituto Federal do Espírito Santo Aracruz Espírito Santo Brasil
51 Dr. Fabiano Rodrigues de Melo Universidade Federal de Goiás Jataí Goias Brasil
52 Dr. Fábio Di Dário Universidade Federal do Rio de Janeiro, NUPEM Macaé Rio de Janeiro Brasil
53 Dr. Fernando C. Passos Universidade Federal do Paraná Curitiba Paraná Brasil
54 Dr. Fernando Camargo Jerep Universidade Estadual de Londrina – UEL Londrina Paraná Brasil
55 Dr. Fernando Gertum Becker Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre Rio Grande do Sul Brasil
56 Dr. Fernando Rogério de Carvalho Universidade Federal de Mato Grosso Cuiabá Mato Grosso Brasil
57 Dr. Filipe de Melo Universidade Estadual do PiauÍ Teresina Piauí Brasil
58 Dr. Francisco Langeani Universidade Estadual Paulista – UNESP São José do Rio Preto São Paulo Brasil
59 Dr. Francisco Reinaldo Rodrigues Leal Universidade Estadual do PiauÍ Teresina Piauí Brasil
60 Dr. Frederico Falcão Salles Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
61 Dr. Geraldo Jorge Barbosa de Moura Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE Recife Pernanbuco Brasil
62 Dr. Heraldo Antonio Britski Museu de Zoologia da USP São Paulo São Paulo Brasil
63 Dr. Jansen Zuanon Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA Manaus Amazonas Brasil
64 Dr. Jorge Luiz Nessimian Universidade Federal do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
65 Dr. José Luís Olivan Birindelli Universidade Estadual de Londrina – UEL Londrina Paraná Brasil
66 Dr. José Rodrigues Souza Filho Instituto Federal Baiano Catu Bahia Brasil
67 Dr. José Sabino Universidade Anhanguera UNIDERP Campo Grande Mato Grosso do Sul Brasil
68 Dr. Julien Chiquieri Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
69 Dr. Levy de Carvalho Gomes Universidade Vila Velha Vitória Espírito Santo Brasil
70 Dr. Leonardo Ferreira da Silva Ingenito Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
71 Dr. Luciano Gomes Fischer Universidade Federal do Rio de Janeiro, NUPEM Macaé Rio de Janeiro Brasil
72 Dr. Luis Fernando Tavares de Menezes Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
73 Dr. Luiz Fernando Duboc Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
74 Dr. Luiz Roberto Malabarba Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre Rio Grande do Sul Brasil
75 Dr. Mahmoud Nagib Mehanna Universidade Federal de Rondônia Rolim de Moura Rondônia Brasil
76 Dr. Marcelo Fulgêncio Guedes de Brito Universidade Federal de Sergipe São Cristóvão Sergipe Brasil
77 Dr. Marcelo Ribeiro de Britto Museu Nacional/UFRJ Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
78 Dr. Marcelo Teixeira Tavares Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
79 Dr. Marcelo Trindade Nascimento Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) Campos dos Goytacazes Rio de Janeiro Brasil
80 Dr. Marcio R. Pie Universidade Federal do Paraná Curitiba Paraná Brasil
81 Dr. Mariano Ordano Unidad Ejecutora Lillo – CONCINET Tucumã Tucumã Argentina
82 Dr. Mario Barletta Universidade Federal de Pernambuco Recife Pernanbuco Brasil
83 Dr. Mauricio Cetra Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Sorocaba São Paulo Brasil
84 Dr. Mauricio Hostim Silva Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
85 Dr. Michael Maia Mincarone Universidade Federal do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
86 Dr. Nelson Ferreira Junior Universidade Federal do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
87 Dr. Oscar Akio Shibatta Universidade Estadual de Londrina – UEL Londrina Paraná Brasil
88 Dr. Osvaldo Takeshi Oyakawa Universidade de São Paulo -, USP São Paulo São Paulo Brasil
89 Dr. Pablo Rodrigues Gonçalves Universidade Federal do Rio de Janeiro NUPEM Macaé Rio de Janeiro Brasil
90 Dr. Paulo Andreas Buckup Museu Nacional/UFRJ Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
91 Dr. Paulo Roberto Antunes de Mello Affonso Universidade Estadual do Sul da Bahia Jequié Bahia Brasil
92 Dr. Paulo Sergio D’Andrea Instituto Oswaldo Cruz Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil
93 Dr. Paulo Sérgio Fiuza Ferreira Universidade Federal de Viçosa Viçosa Minas Gerais Brasil
94 Dr. Renato Gaban Lima Universidade Federal de Alagoas Maceió Alagoas Brasil
95 Dr. Renato Goldenberg Universidade Federal do Paraná Curitiba Paraná Brasil
96 Dr. Renato S. Bérnils Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
97 Dr. Ricardo Jucá Chagas Universidade Estadual do Sul da Bahia Jequié Bahia Brasil
98 Dr. Robson Tamar Ramos Universidade Federal da Paraíba João Pessoa Paraíba Brasil
99 Dr. Robson G Santos Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
100 Dr. Rodrigo Barbosa Ferreira Universidade de Vila Velha Vitória Espírito Santo Brasil
101 Dr. Rodrigo Nunes da Fonseca Universidade Federal do Rio de Janeiro, NUPEM Macaé Rio de Janeiro Brasil
102 Dr. Sergio Lima Universidade Federal do Rio Grande do Norte Caicó Rio Grande do Norte Brasil
103 Dr. Sérgio Lucena Mendes Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
104 Dr. Sérgio Luiz Sonoda Universidade Estadual do Sul da Bahia Jequié Bahia Brasil
105 Dr. Sidnei Quezada Meireles Leite Instituto Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil
106 Dr. Telton Pedro Anselmo Ramos Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal Rio Grande do Norte Brasil
107 Dr. Thiago Silva Soares Instituto Nacional da Mata Atlântica Santa Teresa Espírito Santo Brasil
108 Dr. Vander Calmon Tosta Universidade Federal do Espírito Santo – CEUNES São Mateus Espírito Santo Brasil
109 Dr. Vilacio Caldara Junior Instituto Federal do Espírito Santo Santa Teresa Espírito Santo Brasil
110 Dr. Vinícius Xavier da Silva Universidade Federal de Alfenas Alfenas Minas Gerais Brasil
111 Dr. Wagner Rogério Leocadio Soares Pessoa. Universidade Estadual do PiauÍ Teresina Piauí Brasil
112 Dr. Yuri Leite Universidade Federal do Espírito Santo Vitória Espírito Santo Brasil