SITUAÇÃO ATUAL

Para esclarecimentos:

Este situação atual, onde primatas X mosquitos X doença parasitária X população estão envolvidos, nos coloca para assistirmos de camarote a resposta aos problemas que afligem o ecossistema e os resultados produzidos. Isso se dá pelas alterações, como por exemplo, o desmatamento que pode alterar os padrões de doenças infecciosas, afetando as distribuições de vetores (por exemplo, mosquitos) ao longo do tempo, refletindo na incidência, dimensão e direcionamento das doenças infecciosas. Tais alterações estão intimamente ligadas a especificidade do ecossistema e que também dependem muito da suscetibilidade da população.

Para que não conhece!!
Haemagogus e Sabethes, são mosquitos silvestres que não se criam na beira de lagoas e rios. Preferencialmente vivem em copas de arvores, dentro de ocos e buracos que acumulam água, mas podem picar no solo, por exemplo, se um humano se estiver no local.

Algumas notícias sem comprovação cientifica tem trazido confusão para as pessoas. Se informem com especialistas na área de entomologia médica para comprovar a veracidade das informações.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Prezados seguidores,
Em nome da SAMBIO gostaria de informar que as notícias veiculadas sobre a relação do surto de febre amarela e a tragédia do Rio Doce provocada pelo rompimento de uma barragem em Mariana-MG, não estão ligadas a associação. As informações que foram colocadas em páginas, perfis e grupos que remetem a nossa entidade não possuem teor comprovado cientificamente e nem apresentam fontes com autenticidade.
Vale ressaltar a SAMBIO busca agir com responsabilidade e veracidade aos fatos que são veiculados.
Desse modo e como orientação aos senhores, segue a lista dos nossos meios de comunicação:

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INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA NA IMINÊNCIA DE FECHAR AS SUAS PORTAS.


INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA NA IMINÊNCIA DE FECHAR AS SUAS PORTAS.

Há algum tempo, o INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA, antigo Museu de Biologia Professor Mello Leitão, vem sofrendo com a falta de apoio dos órgãos responsáveis. O sucateamento de suas instalações tem comprometido, não só, a excelência de suas pesquisas, mas também a possibilidade de alavancar o seu grande potencial, que é difusão científica através de suas exposições, bem como o privilegiado ambiente de visitação. Por ano a quantidade de visitantes que passam pelas dependências do INMA beira os 70 mil, aonde escolas, grupos universitários, associações e muitos pesquisadores vêm em busca de conhecimento pelo acervo zoológico e botânico. Todas essas atividades e as pesquisas podem ser interrompidas, simplesmente, porque o governo federal vem protelando a assinatura do decreto que regulamenta a Lei que criou o INMA e o incorporou ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI. Desde o dia 11 de abril deste ano, quando o IBRAM, assinou a exoneração dos cargos de Diretor, do chefe administrativo e do chefe técnico, que a instituição está como uma nau em mar aberto. Estes servidores que tomavam para si as decisões e responsabilidades não podem deliberar ou decidir nada. Muitas demandas estão paradas por falta de responsáveis para gerir a instituição.

A SAMBIO – Associação de Amigos do Museu Mello Leitão, realizará, entre os dias 02 a 04 de junho de 2016, um evento tradicional, organizado em parceria com o INMA, o V SIMBIOMA – Simpósio Sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, que ocorre nas dependências do Instituto e já faz parte do calendário anual das atividades do Município de Santa Teresa, sendo reconhecido em todo o Estado do Espírito Santo. Porém, a realização do referido evento está ameaçada, pois não é possível a autorização para a execução, uma vez que não existe quem possa autorizar a realização das atividades programadas.  Para piorar, as empresas que prestam serviços de segurança e de limpeza, ainda não foram pagas, de maneira que colocaram seus funcionários em aviso prévio. Em pouco tempo darão por encerradas as suas atividades dentro do INMA, forçando o Instituto a fechar as portas.

Precisamos nos mobilizar para que os órgãos competentes tomem, o mais breve possível, as medidas necessárias para evitar que o pior aconteça.

 

O INMA NÃO MERECE ISSO!!!